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terça-feira, 18 de agosto de 2009

A GUERRA Contra as Religiões




OLAVO DE CARVALHO

Embora desde a Revolução Francesa o grosso da violência militante tenha se originado sempre nas ideologias materialistas e escolhido como vítima preferencial a população religiosa; embora a perseguição aos católicos, ortodoxos, protestantes e judeus tenha matado mais gente só no período de 1917 a 1990 do que todas as guerras religiosas somadas mataram ao longo da história universal; embora nas duas últimas décadas o morticínio de cristãos tenha voltado a ser rotina nos países comunistas e islâmicos, chegando a fazer 150 mil vítimas por ano; embora todos esses fatos sejam de facílima comprovação e de domínio público (v. nota no fim deste artigo); e embora nas próprias nações democráticas o acúmulo de legislações restritivas exponha os religiosos ao perigo constante das perseguições judiciais, - a grande mídia e o sistema de ensino na maior parte dos países insistem em continuar usando uma linguagem na qual religião é sinônimo de violência fanática e na qual a eliminação de todas as religiões é sugerida ao menos implicitamente como a mais bela esperança de paz e liberdade para a humanidade sofrida.

A mentira gigantesca em que se sustenta essa campanha é tão patente, tão ostensiva, tão cínica, que combatê-la só no campo das discussões públicas é o mesmo que querer parar um assassino, ladrão ou estuprador mediante a alegação polida de que seus atos são ilegais. Os mentores e autores da campanha anti-religiosa universal sabem perfeitamente que estão mentindo. Não precisam ser avisados disso. Precisam é ser detidos, desprovidos de seus meios de agressão, reduzidos à impotência e tornados inofensivos como tigres empalhados.

A propaganda insistente contra uma comunidade exposta a risco não é simples expressão de opiniões: é ação criminosa, é cumplicidade ostensiva ou disfarçada com o genocídio. Aqueles que a praticam não devem ser apenas contestados educadamente, como se tudo não passasse de um pacífico debate de idéias: devem ser responsabilizados judicialmente por crimes contra a humanidade. A jurisprudência acumulada em torno das atrocidades nazistas, unânime em condenar a cumplicidade moral mesmo retroativa, fornece base mais que suficiente para condenar, por exemplo, um Richard Dawkins quando sai alardeando que o judaísmo e o cristianismo são "abuso de menores", como se a noção mesma da proteção à infância não tivesse sido trazida ao mundo por essas religiões e como se elas não fossem, hoje, o último obstáculo à erotização total da nfância e à subseqüente legalização universal da pedofilia (já praticamente institucionalizada no Canadá, um dos países mais ateus do universo).

LEIA O ARTIGO COMPLETO…

Fonte: Mundo Real – Diário do Comércio

Divulgação: O Cristão Revoltado!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Deus da Bíblia x O deus do Alcorão

Postado por Gutierres Siqueira
Fonte: Teologia Pentecostal

terça-feira, 14 de abril de 2009

Comunidade Religiosa



Como a atuação da igreja pode limitar e perverter a fé dos seus membros, reduzindo o Cristianismo a práticas religiosas vazias e sem relacionamento íntimo com Deus.

Comunidade Religiosa

                                                                                                             
Ouça o áudio da mensagem no player na coluna à direita.                                                                                                        

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Você sabe responder se...


Diante da influência do humanismo e da relativização, questionamento, reinterpretação e até negação dos princípios bíblicos, vejo a necessidade de ouvir o que as pessoas pensam a respeito de alguns assuntos que, até bem pouco tempo, eram princípios absolutos entre o povo cristão.
Proponho colher este material, na tentativa de observar os efeitos entre a separação de políticas públicas e leis civis das crenças de cada um. 
Não é muito fácil pois a influência de uma a outra chega a ser muitas vezes indefinível. Até alguns que exigem igualdade civil reinvindicam a mesma igualdade em questões de fé onde não há conciliação, pois afeta diretamente o direito de consciência de um ou outro grupo. Concordo com o estado em não ser conduzido por questões de fé, mas a recíproca também deve ser verdadeira, desde que não afetem os direitos fundamentais do ser humano; o que vai acabar fatalmente acontecendo, pois os direitos humanos estão mais exigentes a cada dia. Basta um grupo considerável discordar de um pensamento e votar uma lei que ele vira um direito humano imediatamente. Basta alguém se sentir perturbado por algum pensamento e lá vai "lobby" e campanha para tornar ilegal a opinião do outro, sem se preocupar com a liberdade de pensamento. O ser humano anda muito "sensível", não quer ser contrariado. Como diz Millôr: "livre pensar é só pensar", quer dizer, você pode até pensar desde que não divulgue. Será que a liberdade desemboca na censura?
Como as mudanças e adaptações do estado são mais rápidas e voltadas e votadas para atender os interesses humanos, existe muito maior probabilidade de a crença ser violentada pelo estado do que o contrário.
As poucas perguntas que apresento tem o objetivo de conhecer as diretrizes, critérios e a fonte que formam a cosmovisão ética e religiosa de cada um. Sinto-me incapaz de formular um número adequado de perguntas e com relevância suficiente para atigir esse objetivo. Detenho-me em algumas poucas questões que me parecem básicas para aqueles que tem uma cosmovisão cristã, mas aceito sugestões de perguntas que venham mapear com mais nitidez a questão e que serão inseridas neste artigo à medida que surgirem. Este é um artigo vivo, metamorfoseamente vivo.
As questões partem de pressupostos cristãos mas você pode discordar deles.

Perguntas; se você puder explique a resposta:

1- Todos os seres humanos são filhos de Deus?

2- Você acha viável um culto ecumênico?

3- Deus é o mesmo de todos? O que você acha de duas religiões que cultuam um deus com pensamentos fundamentalmente antagônicos um ao outro?

4- Todos os caminhos levam a Deus?

5- Você acha que não é o importante o quê uma pessoa crê desde que creia em alguma coisa?

6- Qual a fonte das informações que nortearam as suas respostas e o que você acha que dá autoridade à esta fonte?

Pr Julio Soder