quarta-feira, 22 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
Que m... de Evangelho é esse?

de Raphael Rap
A prova de que o cristão não anda muito interessado em aprender sobre Cristo é o fato de que nesse momento muitos cristãos conhecem maravilhosamente bem o significado de "merda" mas nunca se interessaram em ler ao menos os evangelhos. Cai como uma luva sobre a igreja brasileira a já tão conhecida frase do Tony Campolo: “Enquanto você dormia ontem, 30000 crianças morreram de fome ou de doenças relacionadas a má nutrição. E mais, a maioria de vocês nunca ajudaram em merda nenhuma. E o que é pior: você está mais perturbado com o fato de eu ter dito “merda” do que com a notícia de que 30000 crianças morreram de fome na última noite.”
Qualquer um que vai à igreja se depara com uma deturpação da lei da semeadura que apresenta-se de maneira tão clara:
Gal 6:7 Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Gal 6:8 Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
Como não poderia deixar de ser em um momento que a alienação atinge altíssimos níveis na igreja cristã - a batida contínua na mesma tecla ocorre somente porque é o que se pode ver diariamente desde igrejas de fundo de quintal a templos enormes portanto, calar-me ao meu ver é ser conivente - interpreta-se um versículo que fala de recompensa pós-vida para alimentar um povo fanático com falsas esperanças de vitórias.
O primeiro erro está em pensar que semear é cumprir ritos considerados sagrados por humanos. Sim, é difícil de acreditar mas, ainda existem pessoas que acreditam que não fumar, beber ou xingar é mais importante do que coisas extremamente piegas como amar e perdoar. A constatação do motivo é fácil e simples: o cristianismo não é simples, ele é conciso. Quando nos utilizamos da famosa e clássica definição de empatia:
Mat 7:12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.
não estamos dizendo que o evangelho é simples ou de fácil entendimento prático, observa-se que Cristo definiu a prática das boas-novas de forma concisa, até porque se o cristianismo fosse de fácil compreensão a prática, mesmo por aqueles que dizem não viver uma religião, seria bastante palpável.
Na realidade o que se prega em quase todo culto o qual você tenha o desprazer de ir não passa de uma imitação barata do tão afamado Karma. Faça uma coisa boa e algo bom acontecerá e o mesmo ocorre com o oposto, essa é a definição mais simples de karma. Ou, quem sabe, pregadores, no afã de agradar o lado científico, tentam aplicar a Terceira Lei de Newton conhecida como Lei da Ação e Reação a uma mensagem totalmente metafísica.
Bastante clichê o discurso de crítica à igreja, no entanto a zona que estão transformando a interpretação bíblica é tão absurda que falar palavras consideradas de baixo calão não chega nem perto da enganação e do prejuízo que os evangélicos trazem a sociedade. Fazem uma orgia de significações com um único, simples e absoluto objetivo: agradar seus próprios egos. Quem terá coragem de dizer que nenhuma personagem bíblica da Nova Aliança se deu bem em vida? Que os mais fieis tiveram mortes terríveis? Que o cristianismo não é uma vitória em vida? Que merda de Evangelho é esse que dizem pregar?
P.S.: O objetivo do uso de palavrões é causar impacto no sentido de que é isso, em linguagem clara e simples, que os não-cristãos perguntam quando vêem escândalos e mais escândalos, incoerências e fanatismo. A mensagem de Cristo é clara, apesar de João 13:35 não se fazer presente nunca.
P.S.: Peço desculpas aos que não gostam de ler tais palavras, me apoio na licença poética apesar da falta de poesia.
Fonte: Rapensando
Mudei algumas expressões do texto original, com o conhecimento do autor; não por causa do rebanho com o qual trabalho, pois eles já tem ouvido mensagens parecidas, mas para evitar prejudicar o trabalho que Deus me deu para fazer. (Pr Julio Soder)
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Lula, o idiota marinho

quarta-feira, 15 de julho de 2009
Loucos e Hereges
Ninguém quer ser chamado de louco. Também ninguém quer ser chamado de herege... à menos que seja louco! (rsrs). O problema é que temos, hoje, uma religiosidade que tem por sã doutrina uma doutrina absolutamente enferma, mas que é a doutrina da maioria e por ser da maioria é tida por certa. Qualquer pessoa que questiona, duvida ou nega esta doutrina será o herege da vez. Diante disso, muitos se acovardam e traem a própria consciência pregando o que não crêem, crendo no que não pregam e fazem de tudo, cometem as maiores contradições a fim de não serem contraditos pela maioria.A verdade é que precisamos de loucos e hereges que sejam capazes de deixar suas sementes subversivas contra esse mundo doente de sãos e santos com sua religiosidade perfeita e morta, incapaz de acolher os loucos e hereges com os quais Cristo andou e se identificou.
Não foi a toa que Jesus foi chamado de herege (ou devo dizer blasfemo, que era o termo usado na época). Ele não andava, nem pensava, nem falava como a maioria. Muito pelo contrário, andava com os excluídos, dizia que não havia vindo para os sãos e ainda se identificou com os loucos deste mundo. Certamente isso causou grande impacto e por isso, sua vida, fez tanta diferença.
O grande impacto da vida de Cristo sobre a humanidade não se deu por causa de seus milagres, pois Deus os poderia realizar como sempre os realizara desde o princípio. Afinal, os milagres mais extraordinários estão relatados no Antigo Testamento. Também não se deu por causa de seus discursos, pois muitos grandes oradores houve antes e depois de Cristo, sem que proporcionassem tamanha repercussão. O grande impacto da vida de Cristo sobre a humanidade se deu, exatamente, por ocasião da humanidade de Jesus, na sua identificação com o fraco, o pobre, o necessitado e pecador. Um líder com tal estilo de vida contrariava – e ainda hoje contraria – todos os anseios da religiosidade, sempre estática.
Grandes homens como Galileu Galilei, Copérnico, Colombo e Einstein foram chamados de loucos. Graças as suas loucuras os sãos podem desfrutar, até hoje, dos benefícios do avanço científico oriundo de suas descobertas. Não fossem eles loucos, anormais e desmedidos o mundo ainda estaria mergulhado na idade média, também chamada de idade das trevas. Mas a iluminação só foi possível porque esses loucos desafiaram o bom senso e todo conhecimento vigente, bem como as normas e a moral de seu tempo.
Grandes homens como Pedro Abelardo, Jerônimo Savonarola, Martinho Lutero, Zwingli, João Calvino, Marthin Luther King, Dom Elder Câmera, foram chamados de hereges por que contrariaram a religiosidade de seu tempo. Não temeram as represálias nem a morte por que pior lhes seria a morte da consciência. Sabiam que alguém lhes poderia matar o corpo, mas também sabiam que suas consciências estariam eternizadas nas sementes que deixariam em seus ensinamentos e seus testemunhos de vida.
Ademais, qual o problema em ser chamado de herege por aqueles que usam os púlpitos para angariar os votos que venderam em vergonhosos conchavos? Ou por aqueles que em nome do poder religioso mandam matar colegas de ministério? O que significa ser chamado de herege por aqueles que adotam uma teologia alienante que anula o fiel e lhe impõe um jugo pesado a fim de controlar cada um de seus passos? Qual o demérito em ser conotado como herege por aqueles se acham donos da verdade e não respeitam a multiformidade da Graça de Deus expressa na diversidade religiosa e cultural? Que vergonha há em ser chamado de louco por aqueles que usam máscaras de santarrão e títulos religiosos para esconder suas taras e vícios sexuais?
Brennan Manning, em 'O Evangelho Maltrapilho', afirma que “o espírito de Caifás é mantido vivo em todos os séculos nos burocratas religiosos que condenam sem hesitação gente boa que quebrou leis religiosas ruins. (...) O espírito embotador da hipocrisia vive nos clérigos que desejam ter uma boa imagem sem serem de fato bons.”
A religião se tornou patética, motivo de escárnio, tem sido ridicularizada nas novelas, programas de humor e rodas sociais. A razão disso não é perseguição, mas a própria realidade. A realidade do que a igreja se tornou. Seus líderes querem que o povo os aceite incondicionalmente e inquestionavelmente, enquanto eles mesmos são incapazes de olhar para si e perceber o quanto precisam mudar. Fecharam seu sistema e quem dele não faz parte é tido por louco e herege. Mas se ser são e santo é fazer parte dessa maioria, terrível coisa me seria seus elogios. Enquanto Deus me conceder sanidade mental, dessa trupe não quero parte.
Isso me lembra uma nobre frase de Darcy Ribeiro: “Na Verdade somei mais fracassos do que vitórias em minhas lutas. Mas isso não importa. Horrível seria estar do lado daqueles que venceram nessas batalhas”.
Sonho com uma igreja dinâmica, capaz de constatar e contestar os problemas sociais, ambientais, familiares, religiosos e não se omitir diante deles. Uma igreja que mesmo sendo minoria é capaz de denunciar o mal, lutar pelo bem e dar sua própria vida pela Vida sem temer o que vá pensar a maioria, sem nem mesmo temer a morte.
Precisamos de novos loucos e hereges que incendeiem o mundo com fogo do qual Cristo desejou estar queimando já em seu tempo: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder” (Lucas 12:49).
ACUDA-NOS, Ó DEUS!
Fonte: Julio Zamparetti via [Genizah]
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Novos papéis para Pais

Esclareço desde logo que não estou advogando mudanças radicais nas funções e obrigações milenares que pais têm sobre seus filhos. Mas estou, sim, direcionando os valores tradicionais representados por alguns verbos como: amor, cuidar e dialogar - para nos atermos a essas ações básicas e universais.
Temos um novo ser em nosso lar. É uma criança (ou um adolescente) muito diferente do que eramos ou do que foram, aqueles em gerações intermediárias. Isso por causa de hábitos e modos de se relacionar com e no contexto em que vivem.
Temos que prestar atenção nas nossas crianças, que não mais atuam debaixo de uma égide analógica e sim digital. Semelhante à mesma naturalidade com que usufruimos de água encanada e eletricidade, eles hoje têm transparência nas interfaces digitais que os cercam. Inclusive porque são mais propensos a valorizar - tanto em aquisição como em uso - essas plataformas carregadas de tecnologia que conectam e simplificam o dia a dia.
Fico sabendo que Hospitais estão utilizando ipods como um componente para minorar o baque de uma terapia ou de um internamento. As pessoas ficam concentradas em si ao ouvirem músicas, uma narração bíblica ou mesmo uma seleção de poesias - e se desvencilham da conversa-fofoca pessimista de acompanhantes e outros pacientes. Não - não é falta de educação. É prioridade no paciente.
O uso dessa 'plataforma' ou equipamento -vem para o jovem com total naturalidade. Só para contrastar, lembro que recentemente, ao se completar 30 anos do lançamento do walkman, foi dado a um jovem digital para descobrir os usos daquele componente do tamanho de um tijolo. Ele não imaginava que precisava trocar de lado a fita cassete. E que o rádio tivesse tanta interferência. E o peso ...
Essas transições de interface, e o rápido crescimento de redes sociais, têm permitido aos mais jovens ampliarem seus contatos. Hoje amigo e amizade ganham novas conotações. Se o pai pergunta: "Quem é esse amigo seu aqui do Orkut?" poderá receber como resposta um "não sei - não o conheço"! Esta é uma situação muito comum e tem algumas lições práticas, a serem discutidas neste fórum.
Já quando o jovem sai de casa para atividades sociais, os amigos participam da sua amizade, ganhando sentido de companheirismo. É quase certo que refere-se a amigos de contatos pessoais (escola, clube, vizinhança, igreja). A interface digital que também os conecta, reforça esse companheirismo e os laços sociais presenciais.
O que observamos é que o papel de acompanhar ganha contornos diferenciados. Não é uma situação preto no branco. Não é para liberar todos os amigos (a idade do filho influi aqui) e nem para excluir de imediato. O mesmo procedimento se aplica nos companheiros. São novas regras sociais que abrangem essa geração de Nativos Digitais. E os pais devem saber interpretar e se contextualizar dentro desse novo mundo. E com o diálogo, iremos aprender e nos situar de maneira equilibrada e positiva.
Na próxima postagem vamos discutir alguns pontos práticos, incluindo-se o que fazer e como fazer.
Fonte: Meu Filho Digital
terça-feira, 30 de junho de 2009
Vida de pastor

Um grupo de crentes procurou o pastor de uma outra igreja, numa cidade vizinha, e perguntou-lhe:
- Pastor, estamos tentando achar um jeito diplomático de dispensar o nosso pastor... O senhor tem alguma sugestão de como podemos fazer isso sem sermos indelicados com ele?
- Mas, por que vocês querem se livrar dele?
- É que a nossa igreja está estagnada e infeliz. O nosso pastor não tem visão nem liderança, não sabe pregar e não é um homem de oração.
Após refletir uns instantes, o pastor aconselhou-os a agir da seguinte maneira:
a) Cada vez que ele pregar, recitem para ele os pontos do sermão, na saída do culto. Isso vai obrigá-lo a se preparar cada vez mais, pois agora ele sabe que vocês estão acompanhado atentamente as suas mensagens.
b) Cada vez que ele trouxer uma nova idéia, dêem a ele todo o apoio de que a sua idéia precisa para dar certo. E faça isso com entusiasmo. Em breve a sua visão vai se abrir, pois agora ele sabe que pode "sonhar", pois tem o apoio entusiástico da igreja.
c) Reunam um bom grupo de irmãos e comecem a orar por ele. Em breve ele vai estar orando com vocês e por vocês.
- Logo, logo, assim que ele estiver pregando melhor, tiver adquirido ampla visão de ministério e vida de oração, uma grande igreja o convidará e tirará ele de vocês.
sábado, 27 de junho de 2009
Sobre as malas que levamos
Desenho feito por "~Kyomu", no site DeviantArtO perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.
Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças. Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.
O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro. Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias.... Hospitais, asilos, internatos...
Da total inabilidade humana
Na Palavra de Deus, não existe uma descoberta mais terrível sobre a depravação do homem natural do que estas palavras do evangelho de João. Davi afirmou: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). Deus falou por meio do profeta Isaías (48.8): “Eu sabia que procederias mui perfidamente e eras chamado de transgressor desde o ventre materno”. E Paulo disse: “Éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.3). Mas nesta passagem de João somos informados de que a incapacidade do homem natural e sua aversão por Cristo são tão grandes, que não podem ser vencidas por qualquer outro poder, exceto o poder de Deus. “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.44).
Oh! que cegueira, dureza de coração, morte espiritual e impiedade desesperadora existem na pessoa não-convertida! Nada pode mudá-la, exceto a graça do Todo-Poderoso. Oh! homem destituído da graça de Deus, seus amigos o advertem, os pastores clamam em voz alta, a Bíblia toda o exorta. Cristo, com todos os seus benefícios, é colocado diante de você. Todavia, a menos que o Espírito Santo seja derramado em seu coração, você permanecerá um inimigo da cruz de Cristo e destruidor de sua própria alma. “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer.”
Quão invencível é a graça de Jeová! Nenhuma criatura tem o poder de atrair o homem a Cristo. Exibições, evidências miraculosas, ameaças, inovações são usadas em vão. Somente Jeová pode trazer a alma a Cristo. Ele derrama seu Espírito com a Palavra, e a alma sente-se alegre e poderosamente inclinada a vir a Jesus. Considere um exemplo:
“Um judeu estava assentado na coletoria, próxima à porta de Cafarnaum. Sua testa estava enrugada com as marcas da cobiça, e seus olhos invejosos exibiam a astúcia de um publicano. Provavelmente, ele ouvira falar de Jesus; talvez O ouvira pregando nas praias do mar da Galiléia. Mas seu coração mundano ainda permanecia inalterado, visto que ele continuava em seu negócio ímpio, assentado na coletoria. O Salvador passou por ali e, quando olhou para o atarefado Levi, disse-lhe: Segue- me! Jesus não disse mais nada. Não usou qualquer argumento, nenhuma ameaça, nenhuma promessa. Mas o Deus de toda graça soprou no coração do publicano, e este se tornou disposto. Ele se levantou e o seguiu (Mt 9.9). Agradou a Deus, que opera todas as coisas de acordo com o conselho da sua vontade, dar a Mateus um vislumbre salvador da excelência de Jesus; a graça caiu do céu no coração de Mateus e o transformou!”
Frequentemente, somos tentados a pensar que tem de haver algum argumento profundo e lógico, para trazer as pessoas a Cristo. Na maioria das vezes, colocamos nossa confiança em palavras altissonantes. No entanto, a simples exposição de Cristo aplicada ao coração pelo Espírito Santo vivifica, ilumina e salva.
Aprendamos a tributar todo o louvor e glória de nossa salvação à graça soberana, eficaz e gratuita de Jeová.
Fonte: Sola Scriptura [via Púlpito Cristão]]
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Todos estão debaixo do pecado-Rm 2 #Podcast 15
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Esse É Meu Rei
terça-feira, 23 de junho de 2009
Revendo a masculinidade
O que nos falta é uma imagem bíblica de masculinidade redimida que atrai, inspira e fortalece uma masculinidade frutífera. O lugar para começar é Jesus, mas mesmo aqui precisamos remover algumas confusões. Muitos aspectos da Sua personalidade são substituidos na percepção popular por suas qualidades mais “seguras” e “simpáticas”.
Homens pagãos na minha cidade ficam surpresos ao descobrir que Jesus passou muito tempo ignorando protocolos, defendendo os fracos, chocando multidões com as suas palavras, envergonhando hipócritas, falando a verdade “nua e crua” a políticos, dando apelidos aos seus melhores amigos (incluindo “satanás” em uma ocasião) e se irando muito!
Aqui eu estou apenas desdobrando a idéia de masculinidade lançada nas páginas iniciais da Bíblia. Adão, desde o primeiro dia, foi chamado para uma vida de trabalho, responsabilidade e, quando necessário, conflito (Gen. 2:16-17). Na verdade, foi a sua passividade com a serpente que o levou à sua queda.
O fato é que homens são os principais – não exclusivos – criadores de cultura.
Estatísticas provam que se um homem se converte a Cristo, sua esposa e filhos são muito mais propensos a seguir Jesus do que se a mulher se converte primeiro. Claro que queremos ver mulheres e crianças salvos, mas estou dizendo que nós também vamos alcançá-los se focarmos nos homens da casa.
As três vocações principais de formador de cultura, lider e guerreiro, apesar de não serem exclusivas aos homens, certamente são priorizadas a eles. E é a Bíblia e a cosmovisão que ela ensina que nos dá essa identidade digna e inspiradora para homens – uma identidade que só é alcançada em virtude da criação à imagem e semelhança de Deus e da redenção em Cristo pela graça. Homens vão trabalhar em, liderar e lutar por qualquer objetivo da Igreja. E é somente através do evangelho que pregamos que essas características podem ser utilizadas corretamente.
Então, como que essa visão de mundo com tantas recompensas para a masculinidade consegiu alienar tantos homens nesses dias? Onde foi que erramos? Eu sou tentado a sugerir (e eu devo ser menos tentado e mais corajoso) que nós criamos ambientes eclesiásticos que são afeminados, muitas vezes desencorajando muitos homens.
Joel Virgo - TheResurgence.com
Fonte: Solomon
domingo, 21 de junho de 2009
NAQUELA NOITE, A SUA MÁSCARA CAIU

─ Irmãos! Lá no Céu não iremos nos cansar, caminhando ou andando, como se faz aqui na terra. Lá deslizaremos suavemente em patins de ouro e de prata, pelas ruas de cristais da Nova Jerusalém.
Para demonstrar o ruído dos patins “celestiais”, ele deslizava em círculos pelo palco gritando:
─ Vai ser assim irmãos! Vai ser assim! Olhem, olhem bem!
E como ele sabia bem dominar o público! Com esperteza e astúcia, conseguia tirar da multidão o tipo de emoção que quisesse ─, como um exímio violonista faz com as cordas do seu instrumento. Ante a sua verve, a multidão ora respondia com gritos histéricos, ora reverberava com choros e saracoteios.
Os seus emblemáticos sermões de domingo à noite o levaram aos píncaros da fama. Os cachês que no início eram modestos, agora atingiam vultosa soma Era disputadíssimo, para falar em congressos evangelísticos nas grandes cidades do país. Sabia como ninguém, sugestionar as massas. Dizia: “hoje eu quero cinqüenta almas rendidas aqui a minha frente”. E não é que vinham aos pés do preletor, o dobro do número por ele vaticinado!.
Adorava criar vinhetas e bordões, executando uma exegese exótica e fantasiosa dos escritos de João no seu Livro, Apocalípse. Numa excitação alucinatória inacreditável, fazia todos verem as mansões celestiais. Para isso, ele primeiramente mandava a multidão fechar os olhos, e pressioná-los com bastante força com os dedos, para em seguida perguntar:
─ O que vocês estão vendo nesse momento?
E a multidão ensandecida, e sob esfuziante barulheira dizia em coro:
─ Estamos vendo as luzes da Cidade Santa.
Quem estivesse observando o quadro à certa distância, concluiria, tratar-se de uma histeria coletiva.
Ao chegar a sua casa, após o término dos seus fantásticos sermões, o pregador executava a velha rotina: despia-se de sua colorida indumentária, lavava o rosto, para retirar as tinturas da pegajosa maquiagem, e vestia o seu pijama de pura seda, para mergulhar, em seguida, na sua imensa e macia cama.
Recentemente, após um desses fenomenais cultos, um fato surpreendente fez com que ele não conseguisse conciliar o sono. Ele ouvia um programa evangélico pelo seu radinho de cabeceira, quando, foi surpreendido por um hino do “Trazendo a Arca” ( Ministério do Louvor). A letra do hino bateu muito forte dentro dele, ocasionando uma súbita elevação de sua tensão arterial, que terminou por levá-lo a um Serviço Médico de urgência, onde ficou em observação tratando-se de uma crise hipertensiva. Segundo a equipe médica de plantão, tudo fora ocasionado por um forte abalo emocional.
Após essa noite fatídica, ninguém mais ouviu falar no nome desse ator gospel.
Diziam, à boca pequena, que ele tinha tomado um chá de sumiço. É bem verdade, que alguns da igreja ficaram com saudades dos fantasiosos e açucarados sermões, entremeados de cenas circenses, nas noites de domingo.
Nota do autor:
O leitor, com certeza, está ansioso para ouvir a canção que desestabilizou o famoso pregador dos domingos à noite. O título desse hino é: “Quem é Você”.
Relaxe bem, e clique aqui embaixo, para ouvir essa bela melodia, prestando, é claro, bastante atenção na sua inspirada e interessante letra:
Guarabira, 21 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Tio Rei fala de diploma, talento e dá dicas de redação…

Algumas pessoas estão revoltadas com o meu apoio incondicional ao fim do diploma específico para o exercício do jornalismo. E que fique claro: acho que não é necessário exigir diploma nenhum. E aí vamos corrigir algumas tolices para avançar: “Você fala em causa própria!” Eu? Que bobagem! Tenho diploma. Estava em situação legal na velha ordem. Os que foram meus contemporâneos na faculdade são testemunhas de que sempre fui contrário à obrigatoriedade. Mesmo quando esquerdista e meio porra-louca, corporativista nunca fui. O trotskismo, no meu tempo, por mais estúpido que fosse, não se parecia com a LER-QI. Não sabíamos consertar aparelho de ar-condicionado… Há gente reagindo como se falasse em nome de um guilda! Qual é?
Aí diz um: “Mas estudei por nada? O que faço com o meu diploma agora?” Bem, se foi “por nada”, está demonstrada a inutilidade do curso, e o STF não poderia ter mantido uma excrescência constitucional apenas para não evidenciar a obsolescência das faculdades. Ademais, canudo ensina alguém a escrever? A apurar? O sujeito o coloca ao lado do teclado, estabelecendo com ele, sei lá, uma relação mística ou fetichista? Mais: o fim da exigência do diploma tornou menos competentes os competentes diplomados? Quem, afinal de contas, perdeu o quê?
As comparações com profissões que põem em risco a segurança de terceiros ou a segurança pública são absolutamente descabidas. Eu é que não me consulto com quem não tenha se formado em medicina! Não que a formação impeça o profissional de errar, mas o diploma é uma garantia de que ele ao menos teve acesso a um conhecimento que não pode ser adquirido como conseqüência de aptidões naturais e algum treinamento. O mesmo vale para engenheiros, enfermeiros, dentistas…
“Ah, mas o jornalismo lida, sim, com matéria delicada, que diz respeito à honra das pessoas…” Pois é. São valores éticos e morais que vigem na sociedade. E cada veículo acaba criando as suas próprias regras internas. As faculdades não têm a menor interferência nesse debate. E, meus caros, há uma coisa que nenhum curso consegue fazer: ensinar a escrever. Isso não acontece.
Vejam só: dei aula de redação durante muito tempo. E era bom isso. Sim, você consegue passar adiante algumas dicas para os estudantes:
- numa dissertação, exponha com clareza seu ponto de vista logo no primeiro parágrafo;
- nos parágrafos seguintes, argumente em favor da sua tese e aproveite para se referir a teses contrárias, demonstrando por que estão erradas ou apenas parcialmente certas;
- cuidado para não dedicar espaço excessivo à contestação do que você rejeita em vez de defender seu ponto de vista;
- cuidado com a argumentação em camadas, com parágrafos justapostos, sem que um se conecte com o outro;
- No parágrafo final, o da conclusão, retome a tese inicial de modo a evidenciar para o leitor que você demonstrou o que queria e não se perdeu na trajetória.
Tudo isso a gente ensina. Os bons alunos aprendem e apreendem as regras e conseguem ter um bom desempenho em vestibulares e provas de seleção. Mas o sujeito talentoso, o que vai viver da escrita, bem, queridos, este domina as regras e consegue o seu diferencial estourando com elas, entenderam? O nome disso é talento. Como dizia Picasso, para pintar como Picasso, é preciso saber pintar como Rafael. E atenção! Não existe “professor de transgressão”. Isso é coisa da moderna educação, quase sempre beirando a delinqüência. Um bom mestre é o que ensina regras — como um bom pai é que tenta conservar a ordem. Cabe ao estudante — e, no meu paralelo, aos filhos — testar os limites do que se aprende, fazendo uso criativo da norma.
Ensinei muito aluno a escrever e a passar em provas. Mas não consegui ensinar talento para ninguém. Porque não se ensina. Quando muito, ele pode ser disciplinado. Também as regras para uma boa narrativa podem ser expostas na sala de aula:
- se você pretende que, ao fim de sua história, A personagem “X” seja caracterizada como psicopata, por exemplo, sugira isso com sutileza ao longo da história;
- tente estabelecer uma relação transitiva entre personagem e ambiente: poder ser tanto por similaridade como por contraste. Vale dizer: ou ela vive em harmonia com seu meio ou é outsider;
- tendo imaginado um desfecho para sua história, vá lançando indícios ao longo do texto. E faça uma escolha: ou eles concorrem para o fim que você imaginou, ou eles o contrariam, surpreendendo o leitor;
- ao construir uma personagem, deixe claro para você mesmo se a quer como um caso típico de um grupo social ou como uma exceção…
E vai por aí. Essas dicas, no entanto, não tornam ninguém um escritor. Há técnicas para se fazer uma dissertação correta. Há técnicas para uma narração correta. Há técnicas para uma reportagem regulamentar. Mas dominar o bê-á-bá da dissertação não faz de ninguém um articulista. Dominar o bê-á-bá da narração não faz de ninguém um romancista ou contista. Dominar o bê-á-bá do texto jornalístico não faz de ninguém um jornalista. Porque nada disso faz com que se cruze a linha da distinção se não houver TALENTO. Sim, esta profissão também requer talento. E acreditem: hoje mais do que antes, com a proliferação de sites e blogs. Sim, existem aos milhares. Mas quantos são legíveis?. Melhor ainda: quantos realmente têm leitores?
Um diplomado de talento deixou de tê-lo porque caiu a exigência? Ora… A demanda pelo curso vai cair? É evidente que sim. E pode crescer, com o tempo, se os cursos de jornalismo conseguirem se reinventar. Faz sentido haver, como há hoje, “professores” de jornalismo que ocupam o lugar privilegiado de que dispõem para fazer, por exemplo, proselitismo em favor do MST? Está ensinando jornalismo ou procurando fazer cabeças para “infiltrá-las” na imprensa burguesa? Ou ainda: faz sentido desprezar um especialista em economia que consiga se fazer entender com clareza? O jornalismo tem muito a ganhar quando for ocupado, também, por gente que sabe a diferença entre percentagem e ponto percentual…
Vamos parar com essa bobagem corporativista. Não é por acaso que os grandes defensores do diploma estejam concentrados hoje da Fenaj e na ABI. Há, nas duas entidades, uma gigantesca inflação de “jornalistas de carteirinha” que nunca pisaram numa redação. O que isso significa? Pertencem ao cartório do jornalismo, mas jornalistas, de fato, não são. Embora digam defender a “catchiguria”.
E outras profissões que também não põem em risco a segurança etc? Ora, a exigência do diploma, é questão só de cobrar esclarecimento do tribunal, caiu junto. Qual é o sentido da relatoria de Gilmar Mendes, endossada por outros sete ministros? As qualificações profissionais de que trata o artigo 5º, inciso 13 da Constituição, só podem ser exigidas das profissões que podem trazer dano ou perigo à coletividade ou prejuízo a terceiros.
Fez-se uma escolha que privilegia a liberdade e o talento. Entendo que as guildas chiem um pouco, que as corporações de ofício reajam. Afinal, esse cartorialismo estúpido, inconstitucional e em desacordo com tratados internacionais — como a Convenção Americana de Direitos Humanos (1969), conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica, ao qual o Brasil aderiu em 1992 — é que lhes assegura um pouco de poder e influência. O artigo 13º da tal convenção “garante a liberdade de pensamento e de expressão como direito fundamental do homem.” Falei em guildas? É, a metáfora nem chega a ser perfeita. Elas realmente reuniam os profissionais de uma determinada área. As nossas, além de tudo, são guildas-fantasmas.
À luta, talentosos!
Fonte: Reinaldo Azevedo
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Crise na pregação#1 - Pregação Humanizada
A pregação contemporânea tem se destacado pela importância dada ao homem. As mudanças em nossa época são perceptíveis: por exemplo, nunca se pensou tanto em conforto nas igrejas, em templos grandiosos, em estruturas de marketing e lazer. As igrejas passaram a oferecer um “cardápio” para agradar a todos, e elas tem mudado sua própria estrutura para atrair mais “consumidores”. Nunca se investiu tanto em eventos e atividades sociais como hoje. As pessoas passaram a ser tratadas como espectadores de um “show que não pode parar”.
Como a quantidade de pessoas na igreja é o que tem importado, bem como o retorno financeiro de seus dízimos e ofertas e a aparência social (uma busca pela aceitação secular), os pregadores também se “contextualizaram” a esse novo foco. Não é que esses pregadores tenham se tornado mais sensíveis às carências e necessidades do ser humano integral em seu afastamento de Deus. Eles simplesmente mudaram o eixo de sua pregação, transformando seus sermões num discurso suavizador das necessidades humanas. A visão teocêntrica foi substituída pela visão antropocêntrica. E o pior é que, fazendo isso, esses pregadores trazem para si o papel de mediadores entre o povo e Deus. Podemos ver isto nas palavras de R. R. Soares, no seu livro “Vencer: O Que, Onde e Como?”:
“Paralíticos, cegos, mudos, leprosos e endemoninhados têm ficado curados, muitas vezes instantaneamente, após a oração da fé. Nossos programas no rádio e na televisão sempre apresentam testemunhos de milagres que estão acontecendo através do nosso ministério. Milhares de cartas nos chegam de toda parte contando com casos de pessoas abençoadas por meio de nossa oração.”
Ao invés de centralizar suas pregações em Cristo e Sua cruz, estes pregadores se alicerçam nas bênçãos que podemos adquirir. Com esta visão Deus deixa de ser o Senhor para ser o servo. Como Soares diz:
“É a oração de quem sabe o que diz a Palavra de Deus, e assim fica absolutamente positivo que Deus ouviu sua oração, e sabe que Deus fica obrigado, por Sua própria aliança, a responder e manifestar os resultados pedidos. Isso Deus pode fazer de forma instantânea ou gradual. Mas uma coisa é certa: Deus responderá à oração da fé.”
Seus sermões não tem por objetivo a transformação dos seus ouvintes pela Palavra de Deus. Sua própria teologia e o modo como lêem a Bíblia são humanistas, como podemos perceber com a leitura de alguns de seus livros. A teologia que predomina hoje é a da prosperidade, as pessoas deixam de cultuar a Deus pelo que Ele é, para cultua-lO pelo que Ele pode dar. Soares, no seu livro “Como Tomar Posse da Bênção”, diz:
Era um quadro triste e deprimente. Eu, um pregador de milagres, acostumado a ver até paralíticos e cegos curados através das minhas orações, não conseguia a minha cura.
Sendo assim, uma das marcas deixadas por esta pregação é a falta de reverência e de compromisso com Deus. Se as pessoas escutam que “… não precisamos pedir ao Senhor a bênção, e sim, exigir que ela se manifeste em nossa vida”, que basta cobrar de Deus e esperar, então o Senhor deixou de ser adorado, para ser simplesmente cobrado. Frases como: “Não precisamos mais pedir. Só determinar, exigir, ou seja: tomar posse da benção”, são comuns hoje, e apontam para o perigo desse tipo de pregação que coloca o homem num patamar em que ele nunca esteve. Ainda distorcem a própria Bíblia, fazendo a mentira passar por verdade, como no comentário deste pregador que tem a sua verdade como correta: “As pessoas estão saturadas de tantos ensinamentos de homens. Agora precisam aprender o real significado da Palavra de Deus”.
Uma das palavras mais usadas nestes púlpitos é a palavra “vitória”. Não que ela tenha alguma coisa de mal, pois em Cristo somos “mais que vencedores” (Rm 8:37). Mas o apelo e as distorções implícitas na frase são perigosos. O que se prega é que o crente tem de vencer sempre, que, se ele é derrotado, é porque, ou não tem fé, ou está em pecado.
“Milhares de pessoas estão aprendendo a exigir a bênção. Estão vivendo bem, curadas, prósperas e desfrutando da plenitude das bênçãos do Senhor. O mesmo pode e deve ocorrer em sua vida também. Só depende de você.”
Essa pregação humanizada distancia o crente de Deus, e tira dele suas responsabilidades de servo. Ela ainda distorce os direitos que Deus deu para aqueles que são Seus por distorcer a própria Bíblia. Ela cria crentes sem certeza de salvação, sem preocupação com o “Ide” e sem um conhecimento coerente da Palavra. É uma pregação sem compromisso para com Deus e, infelizmente, ela tem servido para secularizar a Igreja evangélica e dar mau testemunho para os de fora.
Deus te abençoe!
Lyncoln Napoleão Nicodemos
Obs:As citações são tiradas dos livros:
R. R. SOARES, Vencer; O Que, Onde e Como?
R. R. SOARES, Como Tomar Posse da Bênção
Fonte: Crer e Pensar
Irã, blogs e verdade
Muito se publica, pouco se conhece sobre o Irã. Este filminho traz algumas informações. Entre outras surpresas: metade dos 70 milhões de iranianos são jovens, o que contribui para colocar o país no posto de terceiro maior contingente de blogueiros do planeta. (Via: Blog do Tas)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
As Missões e os Kids # Podcast 14
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Missões e King's Kids
Após três dias de treinamento com muito quebrantamento, cura interior e tratamento de caráter, a equipe do Grupo Geração do Rei, da Igreja Peniel do bairro Amazonas em Contagem, composta de obreiros, crianças e adolescentes de 8 à 18 anos, realizou um trabalho evangelístico com danças, peças teatrais e evangelismo pessoal, em praça pública, no bairro Petrolândia. À noite, o Grupo apresentou seu trabalho na Igreja Iahweh Shammah no bairro Tropical.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Princípios do serviço cristão # Podcast 13

Princípios do serviço cristão
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