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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

AMAZÔNIA: Etapa Porto Velho-RO

A capital do estado de Rondônia, Porto Velho, é uma cidade agitada e escaldante.
A construção das usinas aumentou sensivelmente a população da cidade que cresce em todos os aspectos. O calor, nesta época seca e de queimadas, chega a ser grudento e sufocante.
Assim como noutros lugares, entreguei a mensagem à igreja e revi antigos amigos e irmãos.
Pra Sonia Moura e Francisco, com seu filho Samuel, e Pr Jaime e Geza são os missionários da Missão Peniel. A igreja luta e cresce e o trabalho de recuperação batalha para atender os quimiodependentes e precisa de investimentos mais significativos.
Mesmo em meio as dificuldades vê-se os missionários trabalhando esperançosos e com alegria.
Parto esta noite para Rio Branco-AC na esperança de completar, se assim Deus permitir, a última parte da missão.
Conto com as vossas orações.




Pr Julio Soder

sábado, 14 de agosto de 2010

AMAZÔNIA: Etapa em Cacoal: Missão Cumprida

Estou em Cacoal, Rondônia, há 15 dias e hoje encerro esta primeira etapa da missão de entregar a mensagem de Deus às igrejas da cidade.
A mensagem foi entregue à 9 igrejas em 15 ministrações, incluindo 2 dias na cidade de Rolim de Moura, onde sob a liderança, o amor e os cuidados do Pr João Batista, encontrei o Centro de Recuperação para quimio-dependentes mais estruturado da região.
Esta parte da Amazônia , que se localiza mais ao sul do estado de Rondônia, é uma região rica; colonizada, nas décadas de 70 e 80, em sua maioria por imigrantes sulistas, desenvolveu-se e é próspera. Trabalhei aqui muitos anos e os frutos continuam se multiplicando. Muitos dos que recuperaram, hoje lideram trabalhos sociais ou igrejas. Grande parte do trabalho de recuperação de dependência química da região amazônica é resultado do trabalho pioneiro de Desafio Jovem Peniel através do Pr Wellinghton Antunes e sua esposa Leila, no final da década de 80.
A mensagem foi difícil de entregar. Não é o que atualmente os cristãos gostariam de ouvir.
Espero  escrevê-la , mais tarde, se possível.
Estou na casa de Credival e Raquel de Carvalho. Irmãos indescritíveis; gente que ama, cuida e protege...to usando a net daqui.
Tá chegando a hora de pegar o ônibus para Porto Velho...são 500 km pra dentro do norte e da mata que já está rareando por aqui.
Continuo quando puder neste mesmo post...minha net móvel pifou...gostaria de ter um I-phone ou coisa parecida.

Orem por mim...

A Paz seja transbordante em vossas vidas.






Pr Julio Soder

Obs: Esta ilha no meio do rio, que aparece na foto, onde estive muitas vezes, é linda e tenho muita estórias vividas nela.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

AMAZÔNIA: Semente, foice e ceifa em Cacoal-RO

Desde domingo, 1º de agosto, estou em Cacoal, Rondônia, pregando a mensagem que Deus me deu e espero partir dia 13 para Porto Velho.
Tenho pregado todos os dias nas igrejas da cidade e tenho observado que o povo de Deus tem entendido, acatado e correspondido àquilo que Deus revela e chama para estes tempos.

Tenho conversado com amigos, irmãos e pastores da cidade. Trabalhei aqui muitos anos e vejo que todo labor produziu seus frutos.
 A cidade cresceu muito em todos os sentidos e aquele pequeno centro de recuperação que começamos há 12 anos multiplicou-se e já formou novas unidades, obreiros e pastores. O mérito é todo de Deus e a nossa surpresa é a de que o Senhor fez tudo isso apesar de nós.

Estou com uma saudade imensa da minha esposa e meus filhos. Principalmente hoje que é meu aniversário; e pelo dia dos pais que se aproxima e eu estarei fora de casa. É ruim, mas não é nada, perto do que sofrem aqueles irmãos e missionários que padecem perseguição pela sua fé na Ásia e África. Coisas que a mídia convencional não noticía, pois cristão bom é cristão morto, como nosso Mestre Jesus.
O plano até agora é continuar o trabalho aqui em Cacoal até o 13, quando seguirei para Porto Velho; até chegar o momento de seguir para Rio Branco-AC ou até onde o Senhor conduzir.

Peço que orem por mim para que eu saiba ouvir e discernir corretamente a direção do Senhor para esta missão.

Momento comovente ao anunciar, no final da pregação, que o Pr Kenedy iria, agora, pescar e limpar peixes em outras águas.



Pr Julio Soder

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

AMAZÔNIA: A Chegada

Não há possibilidade humana de estar onde estou e fazer o que estou fazendo nas minhas condições.
Em primeiro lugar esta missão contraria todas as recomendações médicas para alguém que, como eu, é paciente na fila do transplante hepático e que tem  varizes estomacais que podem causar hemorragia fatal por qualquer esforço físico ou emocional; principalmente numa região carente de preparo técnico para estes procedimentos.
Em segundo lugar não tenho dinheiro pra fazer "turismos". O modesto orçamento com que vivemos ficou para a manutenção da minha familia. A minha manutenção durante a estadia por esta região e o meu retorno ao lar dependem exclusivamente de uma provisão extra do Senhor.
Em terceiro lugar não sou um desocupado. Apesar de estar em tratamento médico auxilío o pastor titular na Igreja Peniel em Contagem-MG, que tem 700 membros e muito serviço. Tive de deixar minhas atividades lá para estar aqui.
Só tenho um objetivo e uma mensagem: Juntar-me temporariamente aos ceifeiros do Norte, "lançar a foice" e arregimentar ceifeiros para a seara que já está madura para a ceifa.
Como primeira parada já estou em Cacoal, Rondônia, e já tenho entregue a mensagem à algumas igrejas daqui. Minha intenção é levar a mensagem até Cruzeiro do Sul, no Acre, quase na divisa com o Perú, se o Senhor o permitir.
Estou consciente de que não tenho muito boas condições de saúde para realizar esta missão e que pode me ser perigosa mas, como Paulo, dizendo-se disposto a morrer pelo Senhor Jesus quando lhe foi profetizado prisão e torturas, também eu, com toda a convicção, ainda prefiro morrer oferecendo voluntariamente a minha vida do que vê-la esvair-se de forma "acidental", natural ou negligente ao propósito para o qual fui chamado.
"A minha vida é minha. Ninguém a toma. Eu a dou"!

Orem por mim e por minha família que aguarda o meu retorno.

Paz seja convosco,



Pr Julio Soder

(obs: aguardem o último vídeo ainda em edição)

domingo, 1 de agosto de 2010

AMAZÔNIA: Terceiro Dia

Este é o terceiro dia da viagem à Amazônia.
Hoje já senti o cansaço; mais por meu despreparo físico do que por dificuldades da viagem. Estou gripado, com febre e com dores pelo corpo mas a viagem tem sido boa e sem contratempos.
Acidentalmente perdi as filmagens dos dois primeiros dias da viagem.
Estamos no Mato Grosso e já dá pra sentir o clima da época. É o período de sêca, poeira, fumaça das queimadas e muito calor.
As filmagens começam de Cuiabá para frente.
Na beira da estrada é visível o desejo das pessoas de serem ouvidas. Algo lhes faltam. Talvez nem elas saibam mas precisam desesperadamente de outra perspectiva de vida. Faltam-lhes Deus e Sua Palavra.
Quanto mais avançamos mais a sensação de abandono aumenta. A solidão lembra-nos da nossa necessidade de Deus. A natureza e a dureza da vida tornam a vida muito mais real.



Pr Julio Soder

quarta-feira, 28 de julho de 2010

AMAZÔNIA: Aventura Missionária

Estou saindo agora de Belo Horizonte, de carona num caminhão "cegonheiro", em direção a região Amazônica para pregar a Palavra de Deus nos estados de Rondônia, Acre e até onde o Senhor me levar.
A região não me é estranha pois morei lá, eu, esposa e filhos, durante 23 anos.
Estou indo "pela fé" isto é, no nosso meio entende-se "sem dinheiro" e sem tempo para voltar. Estou saindo com exatos 222 reais em dinheiro.
Na "boléia" vai Mundinho, sogro do meu filho Lucas, caminhoneiro experimentado e gente boa. A idéia é dormir nos carros que transportamos. Meu plano é ir com ele até Cacoal. Trabalhei ali alguns anos. Estabeleci em Cacoal uma igreja e um centro de recuperação. Deus gerou ali, através de nós, muitos frutos que discipulamos e continuam firmes na fé. Há muitos recuperados e alguns já são pastores e dirigem trabalhos de recuperação e igrejas.
Fizemos também muitos amigos. Com certeza não me faltará nem comida e nem um cantinho pra dormir.
Espero, se Deus quiser, ficar ali alguns dias pregando nas igrejas até que Deus me envie e me dê os recursos para ir mais adiante.
Não carrego ouro nem prata e nem busco essas coisas mas levo o meu alforge (bolsa) com algumas túnicas e mais um par de sandalhas, esperando cumprir cabalmente o ministério que recebi do Senhor Jesus.
Mas o mais importante é o tesouro que carrego; não só a escrita mas a que vai no meu coração; a Palavra que é poderosa para salvar, curar e libertar. Assim como a recebi, de graça, pretendo dá-la.
Espero mantê-los informados pois já ando mais moderno que Jesus e Paulo, pois estou levando minha filmadora e o notebook com web móvel. Que chique, não!?
Mas na verdade a maior ferramenta de que preciso é a unção de Deus.
Por isso, OREM POR MIM.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Viagem de 25 anos de casados.

Neste janeiro eu e minha esposa Elenir completamos 25 anos de casados.
Nestes 17 anos como missionários, na sua maioria servindo na Amazônia, sempre tivemos uma vida financeira modesta e dificil apesar de nunca ter nos faltado coisa alguma.
Era um sonho dela viajarmos para o sul de carro e ver os parentes. Isto sempre esteve longe de ser realizado com o nosso orçamento.
Mas neste ano ela tinha convicção que iríamos viajar. Confesso que eu não tinha a fé dela e eu também não me incomodava com isso pois havíamos renunciado a estes "luxos" pra servir ao Senhor em um ministério com poucos recursos e muita luta. Afinal quem trabalha com recuperação de químio-dependentes acaba até pagando pra trabalhar.


Mas Deus sempre nos supera e usando irmãos e a igreja onde servimos nos possibilitou a viagem.
Foi uma maravilhosa loucura. Tudo deu certo. O carro, já de nove anos, percorreu 3.800 Km e não deu nenhum problema. Nem pneu furou.
No primeiro dia dormimos na Casa de Recuperação do Desafio Jovem Peniel em Piracaia-SP. Uma pastora de coragem e luta lidera o trabalho. Nossa admiração pela Pra Rosângela Mendes.

Atravessando a loucura do trânsito de São Paulo e Curitiba, sem conhecer nada, pedindo informações para as pessoas e para Deus e ao São Google maps, fomos ao interior do Paraná, em Dois Vizinhos, na casa da sogra e cunhados. Comemoramos o Natal e Ano Novo com eles, rimos, comemos, revimos amigos de há muito tempo, relembramos fatos engraçados.


No retorno fizemos uma via sacra pela casa de blogueiros e twiteiros que conheci na net.
Em Curitiba conhecemos pessoalmente Adoniran, twiteiro, cristão, centrado e gente fina, que ainda voltaremos a visitar.
Em São Paulo apenas conversei por telefone com o Volney Faustini. Não deu pra ficar lá mais tempo. Muitos estavam viajando e a chuva, o trânsito e aquelas obras da Marginal Tietê nos afugentaram. Espero voltar lá noutro tempo.
Seguimos pra Ubatuba-SP e na Praia Dura moram Márcio E Márcia (MamaNunes).

Foi amor à primeira vista. Gente como a gente. Nos sentimos em casa e nos trataram como nos conhecêssemos há longo tempo. Eu os admiro. Falamos de tudo. Rimos.
Moram numa casa linda, numa cidade linda e até a comida ali é linda e gostosa.
Márcio instalou o windows 7 no meu note que tá tinindo e a Mama vai dar uma turbinada no template do meu blog. Ela é fera.
Lá tem 102 praias e nós só conhecemos 5. Temos que voltar lá.

Teria tantas coisas pra dizer a respeito deles que as coisas vão surgindo aos poucos que teria que ter um post em aberto.


Conhecemos também a Alice e o Tatá. Ela parece a Shena, guerreira, sorriso cativante e trabalha muito.

Conhecemos também a Lia, que faz missões até sem saber.
Seguimos pelo litoral até Niterói, em Icaraí, na casa de Mayalu Felix. Recebeu-nos e tratou-nos muito bem. Mora num bairro chic e perto de tudo. Ela e Anderson nos levaram por tudo. Pelas praias, no Cristo Redentor e até no Copacabana Palace ( Chique demais pra dois michonários como a gente).
Nossa gratidão à eles. Esperamos voltar pois eles queriam nos mostrar mais coisas mas o nosso tempo estava acabando.

Ao partir fomos visitar mais uns irmãos que nos conquistaram e fomos seduzidos a ficar mais 3 dias. Wanderson e Carolina nos pajearam e ficamos encantados com a igreja que se reuniu em sua casa. Fomos à uma praia que não conhecíamos chamada Camboinhas e estes dois caipiras aqui, sentados na praia num dia de mar violento, foi colhido por uma onda e deixou molhar celular e documentos. Maior mico!

No último dia nos levaram a Cabo Frio...que coisa linda! Cheguei a desejar que o Senhor me enviasse pra abrir uma igreja lá.
E todas as coisas que vimos pelo caminho faz-nos ver um pouco do quão grande e maravilhosa é a criação do Senhor.
Filmamos praticamente toda a viagem mas ainda não aprendi a editar os vídeos. Por enquanto aí vão algumas fotos.
Nossa gratidão ao Senhor e às pessoas que Ele põe em nosso caminho.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Adoniran


Definitivamente a web é um instrumento de amizade. Não adianta demonizar a internet. O meio é apenas o meio. Tudo depende da mente e das intenções de quem a usa.
Já tentaram demonizar a imprensa mas ela se tornou o meio que propagou a palavra de Deus em toda a terra. Lutero chegou a denominá-la de "dom de Deus".
Em nossa viagem, na parada em Curitiba, conhecemos Adoniran, pessoa franca e aberta e maravilhosamente humana.
Conversamos sobre nossas vidas, familias, igreja, serviço cristão, política e também a blogosfera.
Falou-nos com paixão sobre o tempo que desenvolvia o ministério com surdos.
Já lida com a internet há bem mais tempo que eu e foi um prazer ouvir suas experiências.
Apesar de termos conversado não muito tempo parecia que o conhecia há mais.
Esperamos o início de uma grande amizade, já que a ligação familiar já existe em Cristo.
Sê sempre abençoado, Adoniran e o Senhor conduza a sua vida e da sua familia de forma que você o reconheça em todos os teu caminhos.

Pr Julio Soder

sábado, 27 de junho de 2009

Sobre as malas que levamos


Desenho feito por "~Kyomu", no site DeviantArt

O perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.

Ando pensando sobre as malas que levamos...

Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças. Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.

O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Nós nos justificamos. Posso precisar disso, posso precisar daquilo...Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.

É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.

É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro. Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias.... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

Fábio de Melo [Pavablog]