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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Controvérsias (?) sobre Autoridade
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
E se o cristianismo fosse ilegal?
"Lembro-me de ter visto um adesivo que dizia: 'se o cristianismo fosse ilegal, haveria evidência suficiente para condená-lo?'. Naquela noite eu tive um sonho verdadeiro, e fui convocado à presença de um juiz.
A acusação tinha um caso contra mim. Eles iniciaram oferecendo ao juiz dúzias de fotos onde eu comparecia à igreja, falava em eventos religiosos, participava de orações e louvor. Após, ofertaram como evidência livros religiosos que eu lera, seguidos por CDs religiosos e botons. Aceleraram o passo e revelaram a corte alguns poemas, textos e anotações de diário que eu escrevera sobre fé. Então, para terminar, a acusação torceu a faca que brilhantemente estavam usando na ferida, oferecendo minha bíblia ao juiz. Um livro bem encapado, rabiscado, anotado, cheio de desenhos e todo sublinhado - evidência, se fosse necessário, que eu havia lido e relido este livro sagrado.
Durante a apresentação, eu fiquei sentado, tremendo, com medo, impregnado de suor. Sabia, do fundo do coração, que com aquelas evidências contra mim, prisão, ou mesmo a morte, era uma forte possibilidade. Em muitos momentos, eu estivera, por um fio, a levantar e negar Cristo. Mas enquanto esta ideia me assombrava, resisti a tentação e mantive centrado.
Após a acusação ter encerrado seu caso, o juiz inquiriu-me se havia algo que desejava acrescentar, mas permaneci em silêncio e resoluto, aterrorizado que, caso abrisse minha boca, seria suficientemente fraco para negar as acusações contra mim. Sou, então, levado enquanto o juiz analisa meu caso.
Após cerca de uma hora, sou novamente convocado de volta a sua presença para ouvir o veredito e a minha sentença. O juiz entrou na sala, ficou defronte mim, olhou profundamente nos meus olhos e declarou: 'das acusações apresentadas eu o declaro inocente'.
'Inocente'. Meu coração para. Então, numa fração de segundo, meu medo e terror são transformados em confusão e raiva. Apesar de mim mesmo, permaneci à frente do juiz e exigi que explicasse porque era inocente das acusações com todas as evidências apresentadas.
'Que evidências?', ele perguntou chochado.
Comecei apontando os vários poemas e as anotações no diário, mas ele simplesmente disse que elas mostravam que eu tinha jeito com as palavras.
Então, falei dos encontros onde discursara, nos cultos que participara e nas conferências que assistira.
Mas novamente ele sorriu simplesmente e disse-me que eram evidências de ser um orador público e com tendências a ator, representando ser o que não era - nada mais. E acrescentou que aquelas bobagens jamais poderiam me condenar.
O sonho termina com ele olhando-me nos olhos, como se informasse de um grande segredo, a muito esquecido: 'a corte é indiferente as suas leituras bíblicas e idas à igreja; não há preocupações em adorar com a boca e com a caneta. Permaneça desenvolvendo sua teologia e pintando telas de amor. Não temos interesses em artistas igrejeiros que usam seu tempo criando imagens de um mundo melhor. Nós existimos para aqueles que desistem da própria vida de modo semelhante ao de Cristo para criar um mundo como aquele.' "
traduzido de How (not) to speak of God, de Peter Rollins, pag 124-5
Extraído de CRER É PENSAR
A Igreja Precisa se Arrepender
O grande problema da nossa sociedade ocidental hoje não vem dos homossexuais. A raiz do problema está na igreja que é arrogante. Tão arrogante que se acha no direito de rejeitar certas raças ou classes sociais de sua comunhão. Tão arrogante que não sente qualquer carga ou inquietação em favor dos pobres e necessitados. Tão arrogante que nem sente a necessidade de cair de rosto em terra em arrependimento diante de Deus. Se nossa sociedade for julgada, não será por causa dos homossexuais ou da perversão e corrupção generalizada que correm soltas por aí. Por mais que essas condutas sejam reprovadas e por mais maléfica que seja sua influência, o verdadeiro problema na nossa sociedade é uma igreja arrogante que não quer abaixar sua cabeça altiva.
Romanos 1 mostra por que Deus entrega os homens a uma mente reprovável (v. 28). Será que a situação hoje está pior do que em Sodoma? Não posso dizer. Mas posso afirmar que o problema da imoralidade é insignificante em relação à arrogância da igreja. Seria hipocrisia achar que Deus odeia a abominação do pecado enquanto tolera com indiferença a sua raiz. Qual é a raiz da homossexualidade? Se estudar todas as passagens das Escrituras que tratam desse assunto, verá que a raiz é o orgulho. A raiz de todo pecado sexual é orgulho. E tolerar o orgulho enquanto abomina o seu fruto é a mais descarada hipocrisia.
Se cada cristão fizesse uma confissão honesta de sua verdadeira condição interior, se fosse realmente sincero, teria de incluir um terrível problema com o orgulho. Normalmente, as pessoas não têm muita dificuldade em admitir isso. No entanto, embora o reconheçamos, geralmente somos muito tolerantes a esse respeito. Geralmente, o desculpamos. Como ousamos tolerar aquilo que nosso Pai celestial abomina? E como podemos fugir das claras declarações nas Escrituras de que, quando a medida da iniqüidade se completar, Deus há de julgar o mundo, a começar com a igreja?
domingo, 25 de abril de 2010
O vinho "do bom"
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O padrão de espiritualidade
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Os três últimos desejos de Alexandre o GRANDE
Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou
seus três últimos desejos:
1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros
conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do
caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos,perguntou a
Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para
mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as
pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui
permanecem;
3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam
ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso...
Não deixe de correr atrás de seus sonhos, mas não esqueça de
viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções, pois
as coisas materiais são importantes para nós porém elas ficam.
Já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente.
Extraído de Edson Barbaresco http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15914064853164504796&mt=2
Um papo em Romanos
O Pai Nosso
segunda-feira, 29 de março de 2010
Adoração subjetiva
domingo, 28 de março de 2010
Mestres de crianças
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Quem não nascer de novo...
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sábado, 20 de março de 2010
O Fim Vem!
quarta-feira, 17 de março de 2010
A doutrina da eleição e o serviço cristão
40 Mb - 43 min
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terça-feira, 16 de março de 2010
Participe do Domingo da Igreja Perseguida!
Participe do maior evento de mobilização da Igreja brasileira pelos cristãos perseguidos
BRASIL (*) - Em todo o mundo, cerca de 100 milhões de cristãos são perseguidos por conta de sua fé em Cristo. Muitos deles vivem em países em que a religião oficial é o islamismo, o hinduísmo, ou que têm regimes políticos comunistas e nenhuma religião é permitida. Nessas nações, os cristãos são minoria e enfrentam os mais diversos tipos de restrições, desde a perda do emprego, até a morte de familiares.
Entretanto, são poucos os brasileiros que sabem disso. Provavelmente, acredita-se que, por se estar em pleno século XXI, a perseguição não aconteça mais. Porém, não é isso que a Missão Portas Abertas tem acompanhado e, por esse motivo, ela tem a grande tarefa de levar à consciência da Igreja no Brasil essa verdade.
A mídia secular tem, cada vez mais, destacado os fatos da intolerância religiosa contra os cristãos. Jornais como o Diário de S.Paulo e sites como o UOL, publicaram recentemente notícias sobre a perseguição. Por isso, é hora de a Igreja no Brasil tomar conhecimento e agir em favor da parte do Corpo.
Um dos eventos para despertar nas igrejas brasileiras a lembrança desses irmãos perseguidos é o DIP - Domingo da Igreja Perseguida - que foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, há 20 anos. A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.
Este ano, o DIP acontecerá em 30 de maio. Nesse dia, as igrejas criam atividades de acordo com o tempo permitido pelo pastor. Algumas utilizam todo o domingo, outras parte do dia, ou ainda, parte do culto. O que importa, é que a Igreja brasileira ouça sobre a Igreja Perseguida. O site www.domingodaigrejaperseguida.org.br contém todas as informações necessárias para realizar o evento, com sugestões e explicação de como se tornar um organizador do DIP.
O organizador é a pessoa responsável pelo evento em sua comunidade. Ele será o representante dos cristãos perseguidos em sua congregação, pois o DIP não pode acontecer sem ele. Ele é fundamental para que as igrejas em todo o país saibam o que os cristãos no mundo têm enfrentado para servir a Cristo.
Você pode ser um desses cristãos como Paulo descreveu em 2 Coríntios 8.4: “Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos", que fazem questão de ajudar aos “santos”. A Igreja Perseguida precisa que você, que sabe que ela existe, divulgue a outros. Ela precisa ser conhecida. Ela precisa que seus irmãos da Igreja Livre intercedam, orem e lembrem deles em suas atividades na igreja.
Converse com seu pastor e seja um organizador. Estamos à sua disposição para ajudá-lo a criar o melhor ambiente dentro do tempo que lhe for permitido. Não fique de fora! Participe da assistência aos nossos irmãos que nos ensinam lições de fé, perseverança e força em meio a tantas adversidades.
A Igreja Perseguida precisa de você. Faça algo por ela. Realize o DIP em sua igreja.
terça-feira, 9 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Adoração é obediência.
O verdadeiro banquete é atender a voz particular e atual de Deus para cada um de nós.
Palavra em reunião caseira em 26-02-10.
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Pr Julio Soder
Palavra do Pe Paulo Ricardo sobre o PNDH
Extraído de Christo Nihil Praeponere
terça-feira, 2 de março de 2010
Comer pão no Reino de Deus
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Pr Julio Soder
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Entre pregadores e animadores de platéia
Existem grandes diferenças entre um verdadeiro pregador e um mero animador de plateia, um imitador.
Um verdadeiro pregador se esmera no conhecimento do evangelho de Cristo, pois sente a necessidade e entende o compromisso de edificar, exortar e fazer crescer, através da Palavra, a igreja, o Corpo de Cristo. Sua ênfase é colocada em como servir e agradar ao Senhor, em como empenhar-se na santificação, no crescimento, no direcionamento pelo Santo Espírito. Não se preocupa em encher sua pregação com chavões, clichês bastante disseminados. Procura evitar lugares comuns, sabendo que o entendimento, a sabedoria da qual é dependente é a mesma que lhe revela o necessário a ser dito, a ser pregado. Suas atitudes, seus frutos o aprovam. Não demonstra procupação em aparentar um nível de "santidade absoluta" ou "superior". Age verdadeiramente como servo, sabendo que também é dependente de alguém maior que si, amando aqueles que estão sob seu cuidado, zelando por eles.
De maneira oposta, um animador de plateia, um imitador, um simples "colador", não alimenta estas preocupações. Vejamos.
Um animador preocupa-se, óbvio, em animar. Sua "colação" (digo aqui colação pois, claro, estes "colam" de outros animadores, de dentro ou de fora da igreja, os trejeitos, as palavras, as maneiras, etc.) está cheia de chavões, de palavras que, quando duras, fazem comparação entre o seu jeito "todo santo" de ser e o jeito daqueles que agem de forma "errada" (em geral, pessoas que não concordam com ele). Clichês abundam. É "só vitória", é "a tampa do bule vai voar", é o "sapato de fogo", é a "promessa disso, daquilo, daquilo outro", enfim, como já disse, abundam.
Um animador tem severa preocupação com sua aparência pessoal. É cuidadoso com seu estilo, aprimora os trejeitos, e, assim, acaba gerando outros "coladores", outros imaturos que, com baixa capacidade de raciocínio, acabam "colando" tudo o que aquele animador faz, a maneira como ele fala, age, até gesticula...
Em geral, sabe usar (e distorcer) muito bem alguns textos bíblicos para defender sua "doutrina", sua "visão", seu "modus operandi", e, também, para responder àqueles que o contradizem.
Paulo disse aos coríntios que fossem seus imitadores, assim como ele mesmo imitava a Cristo. (1 Co 11:1)
Não era arrogância do apóstolo, pois ele bem sabia a quem servia, a quem devia seu amor, e também passara por situações que comprovavam seu comprometimento com o evangelho. (2 Co 11)
E, por fim, seus frutos comprovavam o seu trabalho zeloso pela igreja de Cristo.
Lamento que muitos "crentes" têm preferido se sujeitar a pregações vazias e esdrúxulas feitas por estes animadores de plateia. Lamento que estes "coladores" tenham tanto espaço dentro de muitas denominações e, mesmo, entre muitos crentes piedosos. É necessário muito cuidado! Um pregador "abençoado" nem sempre é aquele que faz barulho ou arrebanha multidões, mas sim aquele que faz a vontade do Pai, custe-o o que custar!
Extraído de LHDBlog
















