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quarta-feira, 3 de março de 2010

Adoração é obediência.

Adoração é obediência. 
Mas obediência não é cumprir a cartilha religiosa definida pela igreja e sim atender a voz de Deus para o momento presente.
A cartilha não passa de pão; que nem só dele vive o homem. 
O verdadeiro banquete é atender a voz particular e atual de Deus para cada um de nós.
Palavra em reunião caseira em 26-02-10.


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Pr Julio Soder

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Jesus' pantyfans


Bráulia Ribeiro

Já faz algum tempo que briguei com as reuniões de oração evangélicas. Me sento em protesto nauseado que as músicas desfilam um corolário interminável de "Eus" e "Meus". Fiz uma análise textual das "dez mais" da adoração aqui na base das igrejas que visitamos, provando gramaticalmente, semanticamente, sem sombra de dúvidas (penso eu) que o centro gravitacional de todas elas é sempre o EU e nunca Deus, apesar de parecerem tão piedosas. Mostrei (também penso eu) de maneira inequívoca que a divindade adorada por estas canções pseudo-evangélicas não é o Senhor dos Exércitos, mas um deus subserviente cuja única preocupação real é deixar o adorador feliz, realizado, num estado de êxtase orgásmico. Nada mais. Este deus não lhe requer nada, não lhe diz nada, não chama o adorador para fora do seu Eu-narcísico. Não lhe mostra o pobre, a guerra, a dor, o amor no outro. Se contenta em acalentar-lhe o ego e se sente apaziguado quando ouve repetidas vezes elogios pobres à sua capacidade infinita de tornar o adorador indiferente e feliz.

Somos o que cremos, somos o que cantamos também. Se cantamos só a nós, mergulhamos em nada além de nós. Ao invés de seguidores de Jesus hoje somos Jesus' pantyfans, verbete internético não pejorativo que se refere a fãs que jogam calcinhas em palcos. Somos "adoradores" ousados, exagerados, aparentemente por Jesus, mas no fundo em busca do êxtase individual nada mais. Cantamos até atingirmos o nirvana evangélico do nada além de meu budista, gordo e satisfeito.

Trecho de texto de Bráulia Ribeiro, publicado na revista Eclésia n. 137, p. 52-53.

Extraído do Blog da Maya

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Deus sem forma, sem tempo e sem lugar #podcast



A adoração cristã restringiu-se
à uma prática da reunião
pública
denominada "culto".
Com a vinda de Cristo, Deus
mudou o padrão mas a igreja
ainda
cultua sob a idéia
da Velha Aliança.



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Peniel BA - 02/08/2009 - Pr Julio Soder