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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Reflexões para maturidade cristã


Edson Barbaresco


Martinho Lutero, o pai da Reforma, dizia que três requisitos entram na produção de um verdadeiro ministro do evangelho. Estas três coisas também se aplicam a todo cristão vencedor: oração, meditação - e tentação.
Foi dito que Lutero podia falar à consciência das pessoas mais rapidamente que qualquer homem do seu tempo. A sua pregação era tão penetrante, que parecia que ele conseguia ler diretamente o coração e a mente das pessoas.
Quando uma vez perguntaram a Lutero qual o segredo do seu ministério, ele respondeu que era compreender e vencer suas tentações. Lutero chamava a tentação de "loja da experiência" - e achava que a sua habilidade em sondar de maneira tão profunda o coração dos homens era resultado de haver aprendido através de suas próprias tentações.

Extraído de Edson Barbaresco

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

PARA PENSAR

PRA PENSAR

No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.
Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.
Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição.
Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.
E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio.

Richard Halverson

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Para Pensar

Contemplamos o futuro através das janelas de nossas crianças; a forma como os moldamos molda o futuro. E eles serão moldados pelo mundo, se não por nós. Cada pequena face tem a mesma questão, que não é respondida pelos livros de auto-ajuda e programas da televisão: quem sou eu e porque estou aqui?


Sallie Tisdale - fonte:  Cristianismo Hoje ( www.cristianismohoje.com.br )

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Gente que PENSA

Neste ano, em Pequim, durante as olimpíadas, vimos serem colocados tapumes em lugares e situações desconcertantes para as autoridades do governo chinês.
A origem da palavra "fachada" é chinesa.
O engano alcançou tal dissimulação que a palavra falada transformou-se em mero meio de atingir os interesses ocultos e, às vezes, zombeteiramente assumidos.
Antes, bênção ou maldição proferida era decreto, e cada um era justificado ou condenado por suas palavras. Acordo verbal não precisava de assinatura nem firma reconhecida. Hoje, nem gravação de voz vale como prova.
O plano do mal é este mesmo:diluir e diminuir o impacto da verdade. Desvalorizar o "logos" Jesus.
Jesus já havia alertado seus discípulos para acautelarem-se do fermento dos fariseus - dissociar o falar do fazer (Lc 12).
Isto tem atingido tanto o povo que muitos pensam que o citar de versículos como um mantra os põem na posse das promessas. Mas nunca encontram descanso, não crêem de fato.
Outros vêm a frente para receber orações místicas, cujo recebimento só é garantido e está inapelavelmente atrelado à obediência à verdade da palavra.
Eu que leio, ouço, medito, penso, prego e escrevo, temo por mim mesmo. Temo que a palavra torne-se para mim, um fim em si mesma.
Temo chegar a constatar que gente que pensa, só pensa.
Temo que, como diz o ateu não assumido Millôr, livre pensar é só pensar, que os pensamentos sejam apenas devaneios e elocubrações da alma e não forjado nas oficinas de dores, nem experimentado nos trabalhos, nem sopradas pelo Espírito.
Senhor, tem misericórdia dos pensadores, faz das suas orações ações da Tua vontade.
                                                                                                     Pr Julio Soder